quarta-feira, 31 de outubro de 2012

Cereais matinais: Por que fazem bem à saúde?


Os cereais matinais vêm ganhando um espaço cada vez maior na alimentação dos brasileiros. Isso se deve a sua praticidade, sabores e tipos que agradam a todas as idades, mas principalmente pela informação divulgada dos benefícios nutricionais que oferecem à saúde.
Os cereais matinais, como aveia, são considerados integrais porque não passam pelo processo de refinação, o que preserva a integridade de sua camada mais externa, chamada farelo, onde há maior quantidade de fibras, além de minerais, vitaminas e demais nutrientes. Portanto, são mais ricos do ponto de vista nutricional do que os refinados (flocos de milho) que contêm um teor muito pequeno de fibras, vitaminas e minerais por sofrerem a remoção desta camada durante o processo de refinação.
Assim, cuidado! Nem todos os cereais matinais são ricos de fibras e nutrientes, vale a pena conferir no rótulo quais contêm maior quantidade de fibras por porção, pois são também os melhores sob o ponto de vista nutricional. Caso contrário o consumo será apenas de carboidratos, basicamente amido, além de açúcar refinado que nada tem de saudável.



Os cereais matinais contêm em média 50 a 60% de carboidratos, 10 a 20 % de fibras solúveis e insolúveis, 15% de proteínas, traços de lipídios, vitaminas do complexo B, Vitamina E, zinco, cálcio, ferro, magnésio, potássio, além de fitoquímicos como ácidos fenólicos e flavonóides com funções antioxidantes, os quais retardam o envelhecimento celular.
Devido a esta composição nutricional são alimentos que melhoram a energia e o desempenho físico, reforçam o sistema imunológico, colaboram com a formação e regeneração de estruturas corpóreas (ossos e dentes), hemoglobina, auxilia no relaxamento muscular, inchaços, proporcionam saciedade, melhoram o trânsito intestinal, mantêm níveis glicêmicos e ajudam na diminuição do colesterol LDL.
A recomendação diária de consumo dos cereais matinais é em média 40 gramas, o que pode variar de acordo com as necessidades individuais. Porém vale lembrar que é fundamental aumentar a ingestão de líquidos como água, chás e sucos ao longo do dia para evitar flatulência pela ação de um aporte maior de fibras, que pode inclusive ocasionar constipação.
Estudos indicam que os cereais matinais consumidos regularmente juntamente com uma alimentação saudável podem diminuir o risco de certas doenças, como:
Cereais matinais x doenças: 
Doenças cardiovasculares: através da redução do LDL colesterol e substâncias antioxidantes;
Diabetes: através do controle da glicemia, pois promove maior tempo para o esvaziamento gástrico e mais lenta absorção da glicose, diminuindo os prejuízos dos picos glicêmicos;
Câncer de cólon: através da melhora no trânsito intestinal e um menor tempo de contato de agentes carcinogênicos no tecido que reveste o intestino, além de promover maior proliferação de bactérias benéficas para flora potencializando o sistema de defesa;
Obesidade: por proporcionar maior saciedade, com mais volume e menos calorias. Sendo assim, é muito importante recomendar seu consumo em planos alimentares de perda de peso.

Por  Dra. Tamara Mazaracki
(site: bemzen.uol)

terça-feira, 30 de outubro de 2012

4 dicas para você se amar mais e viver melhor


Por Stephanie Celentano 

Como anda a sua autoestima? Gisela Rao, escritora do livro "Não comi, não rezei, mas me amei" (Editora Urbana, 39,90 reais), brinca que a autoestima é como o tanque de combustível do carro. Se você não presta atenção no nível, se não abastece com carinho e atitudes positivas, ela acaba e te deixa perdida. 

Abaixo você encontra quatro dicas da autora para manter o tanque cheio e reconquistar sua autoconfiança: 




1. Repita: essa celulite também sou eu
Segundo o psicólogo americano Nathaniel Branden, um dos pilares da autoestima é a auto aceitação. E ele propõe o seguinte exercício: olhe-se no espelho, principalmente para as partes que você mais finge que não são com você, de que você não gosta. Em vez de sair correndo, escapar, rejeitar e negar, você deve continuar ali firme e forte e aceitá-las. Se quiser incrementar a coisa, repita a frase: "Sejam quais forem os meus defeitos e as minhas imperfeições, me aceito sem restrições". Lembre-se: aceitar sua celulite não significa necessariamente gostar, significa vivenciar que o "alien" que abita o seu corpo também é você. Pare de ter vergonha de você. 

2. Pare com essa cara de zero a zero
Cruz-credo, tenho pavor de gente assim, que provavelmente acha a vida chocha. E se vem com esse papo para o meu lado, toma um chacoalhão. Porque não é possível achar a vida ruim com tantas possibilidades e com gente tão interessante! Se você está com cara de bola na trave, faça o favor de encontrar um objetivo já! Lembre-se: a vida não é oitavas de final e muito menos tem disputa de pênaltis. Para o alto e avante! 

3. Cuidado com a síndrome "Susan Boyle"
Não, não quero falar da Susan Boyle na sua melhor fase, surpreendendo o mundo com sua aparência "fora dos padrões da TV" e com a sua voz de cantora de musical da Broadway. Quero falar da Susan Boyle, que apareceu nos tabloides com baixíssima tolerância às frustações. Pelo que acompanhei na internet, Susan entrou numas de demonstrar "inconstância emocional" - vulgo chilique - quando começou a sentir sua vitória no Britain´s Got Talent ameaçada. Lidar mal com as frustrações é um obstáculo tremendo quando a agente quer aumentar a autoestima. É por isso que gosto muito de algumas filosofias que entendem que a adversidade não faz parte da vida, e, sim, é a vida. Gente, "mar manso não faz bom marinheiro"! Para quem não sabe, doze editores recusaram o livro Harry Potter - doze! E nem por isso J.K. Rowling se atirou no caldeirão. O melhor juízo para desbancar grande parte das frustações é por meio da perseverança. 

4. Chega de dar muita informação
Qual é a sua reação ao receber um elogio? E qual é o assunto que sempre perpassa pelo seu primeiro encontro com um bonitão? É incrível como a gente não percebe, mas dá informações negativas demais. Uma vez fui jantar com um amigo e uma amiga e a ideia era formar um casal. Ele já saiu dizendo que tinha hepatite B; ela já foi falando que teve namorados péssimos. Ai, Deus! Too much information! Em boca fechada não entra mosquito da dengue.

(site: Boa Forma )

segunda-feira, 29 de outubro de 2012

Quer aprender a fazer máscara facial caseira?


Confira 4 receitas poderosas com frutas que hidratam a pele.

Por Fernanda Iarossi

Frutas são ricas em nutrientes que ajudam a deixar a nossa pele ainda mais bonita. Por isso, podem funcionar como poderosos tonificantes e hidrantes naturais. Para aproveitar essas maravilhas, a cosmetóloga Roseli Siqueira, no livroBeleza Natural (Novo Século Editora), ensina quatro receitinhas superfáceis de máscara facial para preparar em casa.



Pele de pêssego Rico em vitaminas A, C e potássio, além de ajudar no bom funcionamento do intestino, o pêssego é indicado para peles cansadas e sem vida.
Ingredientes:
> Polpa de 2 pêssegos maduros
> 1 colher (sopa) de farinha de trigo
Modo de preparo Amasse bem a polpa com a farinha e misture até ficar homogêneo. Espalhe o creme no rosto e deixe agir por 15 minutos. Lave com água morna.

Abacate poderoso A máscara feita com essa fruta, que contém vitamina A, B1, B2, niacina, ácido fólico, ferro e cálcio, combate o ressecamento e ajuda a suavizar as linhas de expressão na pele mais envelhecida.
Ingredientes:
> 1 abacate
> Soro fisiológico
Modo de preparo
Descasque e pique o abacate em pedaços. Amasse-o bem e adicione soro fisiológico aos poucos, até formar um creme homogêneo. Aplique no rosto e deixe por 20 minutos. Lave com água morna.

Abacaxi fresh
Uma das frutas com maior poder antioxidante e rica em vitamina C, ajuda no combate às rugas e marcas de expressão.
Ingredientes:
> 1 laranja
> 2 colheres (sopa) de farinha de trigo
> 4 colheres (sopa) de farinha de arroz
Modo de preparo
Retire a casca e corte a polpa em 4 pedaços. Misture os pedaços com as farinhas até obter uma pasta consistente. Passe a máscara no rosto e deixe por 40 minutos. Lave com água morna.

Maçã protetora
A fruta é indicada para equilibrar a hidratação da pele e renovar as células prejudicadas pelos efeitos nocivos do sol.
Ingredientes:
> ½ maçã gelada
> 1 colher (sopa) de farinha de trigo
> 2 colheres (sopa) de leite
Modo de preparo
Rale ½ maçã gelada e misture com a farinha e o leite. Aplique no rosto por 20 minutos. Retire com água minera 

( site: revista Shape )

sexta-feira, 26 de outubro de 2012

8 passos para secar a barriga


1. BOTE OS DENTES PARA TRABALHAR 
Mastigar bem faz toda a diferença nesse processo de enxugar a barriga. "Quanto mais você fracionar o alimento, mais fácil fica a digestão, o que evita aquele efeito estufa no abdômen", garante Marcella Amar, da clínica Essentiale, no Rio de Janeiro. "Se não mastigamos, há uma sobrecarga no estômago e um aporte maior de fluxo sanguíneo, o que distende essa região", completa a nutricionista e fitoterapeuta Vanderlí Marchiori, de São Paulo.

2. COMA MENOS E MAIS VEZES 
Excesso de comida faz volume no estômago. Por isso, diminua o tamanho das refeições principais e faça pequenos lanches entre elas. "Procure também se alimentar sem pressa e em ambiente calmo. Quem come num piscar de olhos tende a engolir mais ar, o que também aumenta a barriga", afirma a nutróloga ortomolecular Tamara Mazaracki, do Rio de Janeiro.

3. PREFIRA OS ALIMENTOS DE FÁCIL DIGESTÃO 
Alguns itens, como as frutas, os grãos integrais e as verduras, passam mais rapidamente pelo intestino e azeitam seu funcionamento. Já os de absorção lenta favorecem a fermentação, responsável pelo aspecto de barriga inchada. "Logo, evite comidas gordurosas, como queijos, carne vermelha, grão-de-bico, repolho, couve-flor e doces", recomenda a nutricionista Marcella.

4. CAPRICHE NAS FIBRAS, MAS SEM EXAGERO 
Elas ajudam o intestino a funcionar, o que elimina aquele aspecto de abdômen estufado. E estão presentes nas frutas, nas hortaliças e nos produtos integrais, como granola, aveia e linhaça. Mas exagerar na dose pode ter o efeito contrário, provocando cólicas e inchaço. "Para facilitar a eliminação do excesso, é importante beber bastante líquido durante o dia", sugere Vanderli Marchiori.

5. TROQUE OS REFINADOS POR INTEGRAIS
Deixe de lado o pão, o arroz, a farinha e a massa convencional e opte pelas versões integrais. De novo, além de terem mais fibras e ajudarem o intestino a funcionar melhor, esses alimentos baixam o índice glicêmico, o que evita a produção excessiva de insulina, hormônio que estimula o organismo a estocar gordura.

6. MANEIRE NO SALGADO
Evite alimentos muito condimentados e/ou salgados. Excesso de sódio provoca retenção hídrica, responsável pelo aspecto de inchaço no corpo -- inclusive na barriga, claro. "Os condimentos irritam o intestino e aumentam a formação de gases", explica Tamara Mazaracki. Portanto, olho vivo nos vilões: azeitonas, anchovas, salgadinhos em geral, picles, carne seca, defumados e embutidos (salame, presunto, bacon), queijos salgados e muito temperados (gorgonzola, parmesão, roquefort), catchup e molhos prontos para saladas.

7. BEBA ÁGUA, MUITA ÁGUA 
Pelo menos dois litros ao longo do dia, mas não durante as refeições, o que dificulta a digestão e favorece a fermentação - e o aumento do volume abdominal. Os líquidos, como água, chás e sucos, além de ajudarem a regular o intestino, permitem também a eliminação do sal. Quanto mais se bebe, mais diluído fica o sódio e mais facilmente ele vai embora com a urina. Mas bebidas gasosas ficam fora dessa, pois dilatam a barriga. "Alimentos ricos em potássio (caso das frutas e dos legumes) são outros que contribuem nessa tarefa de expulsar o sal que ficou sobrando", completa Tamara

8. DÊ UMA CHANCE PARA A GORDURA DO BEM 
Já está provado que alguns tipos, como a mono e a poliinsaturada -- em doses moderadas, bem entendido --, agem contra os pneuzinhos, principalmente no abdômen. Além disso, elas são capazes de baixar o índice glicêmico da refeição, o que reduz a produção de insulina -- ela de novo! Por isso, abra espaço no seu cardápio para o azeite de oliva, o abacate e as frutas oleaginosas, como a castanha-do-pará e a amêndoa.

(Fonte: Saúde Abril)

quarta-feira, 24 de outubro de 2012

O bom humor faz bem para saúdeO bom humor é, antes de tudo, a expressão de que o corpo está bem.


por Fábio Peixoto


“Procure ver o lado bom das coisas ruins.” Essa frase poderia estar em qualquer livro de auto-ajuda ou parecer um conselho bobo de um mestre de artes marciais saído de algum filme ruim. Mas, segundo os especialistas que estudam o humor a sério, trata-se do maior segredo para viver bem. Não é difícil encontrar exemplos que comprovam que eles têm razão. Como um palmeirense poderia manter o alto-astral depois que seu time perdeu a final da Taça Libertadores da América? Fácil. É só lembrar que o Palmeiras eliminou o arqui-rival Corinthians nas semifinais da competição. Inversamente, a mesma situação pode servir para manter o bom humor do corinthiano. Afinal, embora seu time tenha sido eliminado, o Palmeiras acabou morrendo na praia. Não se trata de ver o mundo com os olhos róseos de Pollyanna. Esse tipo de flexibilidade para encarar os acontecimentos ruins não garante apenas algumas risadas: pode fazer bem para a saúde.
O bom humor é, antes de tudo, a expressão de que o corpo está bem. Ele depende de fatores físicos e culturais e varia de acordo com a personalidade e a formação de cada um. Mas, mesmo sendo o resultado de uma combinação de ingredientes, pode ser ajudado com uma visão otimista do mundo. “Um indivíduo bem-humorado sofre menos porque produz mais endorfina, um hormônio que relaxa”, diz o clínico geral Antônio Carlos Lopes, da Universidade Federal de São Paulo. Mais do que isso: a endorfina aumenta a tendência de ter bom humor. Ou seja, quanto mais bem-humorado você está, maior o seu bem-estar e, conseqüentemente, mais bem-humorado você fica. Eis aqui um círculo virtuoso, que Lopes prefere chamar de “feedback positivo”. A endorfina também controla a pressão sangüínea, melhora o sono e o desempenho sexual. (Agora você se interessou, né?)
Mas, mesmo que não houvesse tantos benefícios no bom humor, os efeitos do mau humor sobre o corpo já seriam suficientes para justificar uma busca incessante de motivos para ficar feliz. Novamente Lopes explica por quê: “O indivíduo mal-humorado fica angustiado, o que provoca a liberação no corpo de hormônios como a adrenalina. Isso causa palpitação, arritmia cardíaca, mãos frias, dor de cabeça, dificuldades na digestão e irritabilidade”. A vítima acaba maltratando os outros porque não está bem, sente-se culpada e fica com um humor pior ainda. Essa situação pode ser desencadeada por pequenas tragédias cotidianas – como um trabalho inacabado ou uma conta para pagar –, que só são trágicas porque as encaramos desse modo.
Evidentemente, nem sempre dá para achar graça em tudo. Há situações em que a tristeza é inevitável – e é bom que seja assim. “Você precisa de tristeza e de alegria para ter um convívio social adequado”, diz o psiquiatra Teng Chei Tung, do Hospital das Clínicas de São Paulo. “A alegria favorece a integração e a tristeza propicia a introspecção e o amadurecimento.” Temos de saber lidar com a flutuação entre esses estágios, que é necessária e faz parte da natureza humana. O humor pode variar da depressão (o extremo da tristeza) até a mania (o máximo da euforia). Esses dois estados são manifestações de doenças e devem ser tratados com a ajuda de psiquiatras e remédios que regulam a produção de substâncias no cérebro. Uma em cada quatro pessoas tem, durante a vida, pelo menos um caso de depressão que mereceria tratamento psiquiátrico.
Enquanto as conseqüências deletérias do mau humor são estudadas há décadas, não faz muito tempo que a comunidade científica passou a pesquisar os efeitos benéficos do bom humor. O interesse no assunto surgiu há vinte anos, quando o editor norte-americano Norman Cousins publicou o livro Anatomia de uma Doença, contando um impressionante caso de cura pelo riso. Nos anos 60, ele contraiu uma doença degenerativa que ataca a coluna vertebral, chamada espondilite ancilosa, e sua chance de sobreviver era de apenas uma em quinhentas. Em vez de ficar no hospital esperando para virar estatística, ele resolveu sair e se hospedar num hotel das redondezas, com autorização dos médicos. Sob os atentos olhos de uma enfermeira, com quase todo o corpo paralisado, Cousins reunia os amigos para assistir a programas de “pegadinhas” e seriados cômicos na TV. Gradualmente foi se recuperando até poder voltar a viver e a trabalhar normalmente. Cousins morreu em 1990, aos 75 anos.
Se Cousins saiu do hospital em busca do humor, hoje há muitos profissionais de saúde que defendem a entrada das risadas no dia-a-dia dos pacientes internados. O mais radical deles é Patch Adams, um médico americano que começou no mês passado a construir o primeiro “hospital bobo” do mundo (veja o quadro acima). Adams quer que os doentes dêem risadas enquanto se recuperam. Uma boa gargalhada é um método ótimo de relaxamento muscular. Isso ocorre porque os músculos não envolvidos no riso tendem a se soltar – está aí a explicação para quando as pernas ficam bambas de tanto rir ou para quando a bexiga se esvazia inadvertidamente depois daquela piada genial. Quando a risada acaba, o que surge é uma calmaria geral. Além disso, se é certo que a tristeza abala o sistema imunológico, sabe-se também que a endorfina, liberada durante o riso, melhora a circulação e a eficácia das defesas do organismo.
A alegria também aumenta a capacidade de resistir à dor, graças também à endorfina. Vários estudos já comprovaram isso, alguns deles bem engraçados. Uma dessas pesquisas colocou um grupo com as mãos dentro de um balde de água gelada enquanto passava um filme humorístico. Essas pessoas ficavam com as mãos na água mais tempo que outros sem estímulo divertido.
Evidências como essa fundamentam o trabalho dos Doutores da Alegria, que já visitaram 170 000 crianças em hospitais. As invasões de quartos e UTIs feitas por 25 atores vestidos de “palhaços-médicos” não apenas aceleram a recuperação das crianças, mas motivam os médicos e os pais. A psicóloga Morgana Masetti acompanha os Doutores há sete anos. “É evidente que a trabalho diminui a medicação para os pacientes”, diz ela.
O princípio que torna os Doutores da Alegria engraçados tem a ver com a flexibilidade de pensamento defendida pelos especialistas em humor – aquela idéia de ver as coisas pelo lado bom. “O clown não segue a lógica à qual estamos acostumados”, diz Morgana. “Ele pode passar por um balcão de enfermagem e pedir uma pizza ou multar as macas por excesso de velocidade.” Para se tornar um membro dos Doutores da Alegria, o ator passa num curioso teste de autoconhecimento: reconhece o que há de ridículo em si mesmo e ri disso. “Um clown não tem medo de errar – pelo contrário, ele se diverte com isso”, diz Morgana. Nem é preciso mencionar quanto mais de saúde haveria no mundo se todos aprendêssemos a fazer o mesmo.


Para saber mais
Na livraria: Soluções de Palhaços: Transformações na Realidade Hospitalar, Morgana Masetti, Editora Palas Athena, São Paulo, 1997.

Na TV:
Patch Adams, o Amor É Contagioso, de Tom Shadyack, 1998. Destaque do mês no canal por assinatura Telecine 1.

terça-feira, 23 de outubro de 2012

Evite os oito erros mais comuns durante uma prova de corrida - O desempenho pode piorar se você largar rápido demais ou deixar de se alimentar.


O treino de corrida ganha mais motivação quando há uma prova pela frente, mas tem corredor que acaba ficando cansado demais antes da reta final, mesmo com preparo adequado. "Treinar especificamente para a prova que você deseja fazer é fundamental, mas alguns erros simples na hora da corrida podem prejudicar os resultados", conta o educador físico Leonardo Lima, preparador físico e fisiologista da Running Health Assessoria Esportiva, em São Paulo. Fizemos uma lista com os principais equívocos listados por especialistas para que você não perca meses de treino por conta de pequenos deslizes. Confira




Largar muito rápido
Iniciar a prova em uma velocidade muito alta pode ser ruim para o desempenho do atleta. Nas chamadas provas de fundo - as mais usuais quando o assunto é corrida de rua e que variam entre provas de cinco quilômetros até maratonas -, a largada deve ser feita com muito cuidado. O desgaste excessivo retira o corpo de um estado de equilíbrio e pode aumentar a produção de glicogênio e ácido lático, que são gerados quando o corpo está num ritmo mais forte do que ele consegue manter. O educador físico André Masella, líder do grupo de corrida da academia Cia. Atlhetica, recomenda fazer a prova de maneira progressiva: "O ideal é usar o primeiro quilômetro para correr em um ritmo mais leve, aquecendo o corpo, e o restante da prova deve ser dividido em três tempos, aumentando a velocidade a cada um deles". A velocidade pode ser medida com GPS, sensores ou até por aplicativos de celulares. Um relógio simples com cronômetro também desempenha bem essa função. 

Manter um ritmo maior que o usual
É normal, durante uma prova de corrida, manter um ritmo mais intenso do que o do treino, já que a motivação é muito maior. Mas se essa velocidade ultrapassa muito a velocidade de costume, o corpo pode sentir as consequências. O mais indicado é correr entre 10 e 15 segundos por quilômetro mais rápido do que o de costume. "Se a diminuição de tempo for maior do que isso, o atleta pode ficar cansado demais antes de completar a prova", recomenda André Masella. 

Ziguezaguear durante a prova
Nem sempre é fácil correr em linha reta na corrida de rua. Afinal, o número de participantes costuma girar entre 10 e 20 mil corredores. "O problema é que o risco de sofrer uma lesão, um entorse ou até mesmo um tombo ao ultrapassar os outros corredores, ziguezagueando, é muito grande", explica o educador físico Leonardo. Além disso, essa prática aumenta o percurso da prova, gerando maior desgaste e cansaço do participante.  

Errar o ritmo ao pegar água
O recomendado é beber água a cada 20 minutos de prova. "Faça isso diminuindo o ritmo, bebendo cerca de 200 mililitros de água e mantendo a respiração tranquila", recomenda Leonardo Lima. Não existe a necessidade de parar totalmente, mas é preciso manter um pequeno trote e, depois que terminar a hidratação, voltar ao ritmo anterior. Outra dica é incluir no treino esse hábito de pegar a garrafa de água no meio da corrida, para ficar mais fácil acertar no dia da prova. Já o hábito de deixar de beber água é contraindicado. "Existem muitos corredores que, na busca desenfreada de melhorar o seu tempo, não bebem água durante a corrida", conta o educador físico. "Com isso, o corpo irá se desidratar rapidamente por causa da elevação da temperatura interna causada pelo esforço." 

Atenção nas curvas
Uma curva mal feita pode prejudicar, e muito, o desempenho na corrida. O educador físico André explica que fazer as curvas pelo lado maior é ruim porque aumenta o trajeto. "Já correr pelo lado de dentro, principalmente em curvas longas, pode diminuir a distância de prova", explica. Mas é preciso muita atenção: se a curva for muito fechada, a mudança brusca de direção do corpo pode provocar lesões, como entorses de tornozelo.  

Parar quando surgir cansaço cardiorrespiratório
O melhor a fazer quando sentir esse tipo de cansaço é diminuir o ritmo da prova até recuperar o fôlego. "Quando o corredor se sentir mais seguro e confortável, ele pode aumentar o ritmo novamente", orienta Leonardo Lima. Caso essa redução do ritmo não seja feita, é possível que o atleta tenha de abandonar a corrida, já que a fadiga será muito grande.

Não se alimentar durante a prova
É fundamental manter uma alimentação rica em carboidrato de alto índice glicêmico durante a prova. Esse nutriente é facilmente absorvido pelo corpo e gera energia rápida, impedindo que o organismo retire proteína dos músculos para gerar força - o que provocaria maior desgaste durante as provas. A forma mais prática de repor o carboidrato durante as provas é tomando líquidos que tenham carboidratos, como os isotônicos. Essas bebidas devem ser levadas em garrafas térmicas próprias para a prática da corrida. "Também existem suplementos de carboidratos de alto índice glicêmico na forma de gel, para serem consumidos de forma rápida durante o treino", explica Leonardo Lima. Consuma entre 30 e 60 gramas de carboidrato por hora de treino.



POR MANUELA PAGAN
( site: minhavida.com.br )

segunda-feira, 22 de outubro de 2012

Natação para Bebês


A criança principalmente em seus primeiros anos de vida, passa por um processo intenso de desenvolvimento e maturação. Até os 05 anos de idade, ela tem a capacidade de ter 90% do seu cérebro preparado para o futuro.


E o que isso tem a ver com a natação para bebês?

Na verdade, todos esses desenvolvimentos podem ser auxiliados e estimulados com a natação.
O bebê já é adaptado ao meio líquido desde a gestação, são capazes de executar diversos movimentos natatórios, demostrando uma série de reflexos, comuns na primeira infância. Tudo através de estímulos estereoceptivos, ou seja, atividades que busquem facilitar o desenvolvimento dos órgãos sensoriais das crianças, como o tato, a audição, o olfato, e a visão. O ideal é que a musicalidade também faça parte das aulas, pois estimulam a memória e aumenta o vocabulário significativamente.
E são inúmeros benefícios que a natação proporciona aos bebês. Além de melhorar a coordenação motora, proporciona noções de espaço e tempo, prepara a criança psicologicamente e neurologicamente para o auto-salvamento, estimula o apetite, aumenta a resistência cardio respiratória e muscular, tranqüiliza o sono e também previne várias doenças respiratórias.
Um dos momentos mais importantes na natação é o exercício constante que se faz com os pais. É a inteligência emocional que através de atividades específicas, faz uma aproximação entre todos os bebês, seus familiares e o professor. Esse contato é de extrema importância para o desenvolvimento afetivo, já que sabe-se que o controle emocional é basicamente formando aos 02 anos de idade.

A natação para bebês faz parte fundamental de estudos da psicomotricidade e através do seu conceito que faz-se todo o planejamento.
Normalmente as aulas de natação são ministradas junto com os pais na piscina até os 03 anos de idade, para que as crianças tenham condições de aprender com segurança, transformando o medo do desconhecido em um ambiente alegre e prazeroso.

Flávia Gazolli Ferreira

sexta-feira, 19 de outubro de 2012

Atividade Física na 3° Idade



A prática de exercícios físicos na terceira idade está aumentando cada vez mais e, por isso, está se tornando um fenômeno cada vez mais comum na sociedade e isso se deve ao fato de que a prática da atividade física e a melhora da qualidade de vida das pessoas em idade avançada.
Segundo vários estudos, o aumento da resistência e da força muscular são alguns dos benefícios da prática de atividade física, trazendo uma resposta muscular mais rápida e eficiente, por isso, diversos centros especializados em reumatologia estão investindo cada vez mais em espaços destinados ao condicionamento físico e a prática de exercícios físicos para as pessoas que se encontram na faixa etária da terceira idade.
Por conta disso, a expectativa de vida dos brasileiros e de toda a população em geral vem crescendo a cada ano e cada vez mais pessoas estão se conscientizando sobre o quanto é importante à melhora da qualidade de vida.
Para se ter uma velhice saudável devemos ter em mente que isso só é possível através da adoção de hábitos saudáveis que devemos adotar no presente, por isso, uma boa alimentação, o abandono de vícios, a prática regular de exercícios físicos e um bom convívio familiar e profissional, resultam não em uma boa qualidade de vida, mas também na longevidade.
Mas, como sabemos, os exercícios físicos são extremamente importantes em qualquer fase da vida, entretanto, na terceira idade eles passam a ser essenciais, não somente pelos benefícios físicos, mas também para manter o bem estar, a autoestima e a sociabilidade dos idosos.
Quando chegamos à terceira idade os cuidados devem ser redobrados, pois normalmente é neste período em que se costuma surgir algumas complicações decorrentes da idade e do estilo de vida inadequado, como por exemplo, diminuição da massa muscular, ligamentos e tendões mais fracos, osteoporose, aumento de gordura no organismo, diminuição da habilidade motora, perda de massa magra e perda de massa óssea, por isso, a prática de exercícios físicos, além ser um grande alívio para determinadas doenças, atuando de maneira definitiva, retardando e muito o processo do envelhecimento.
Entre os principais benefícios da prática de exercício físico traz a saúde temos: melhora na capacidade aeróbica, melhora da coordenação motora, evita o surgimento de diabetes, reduz os riscos do aparecimento da osteoporose, diminuição da ansiedade, fortalecimento dos músculos reduzindo as dores provenientes de doenças como tendinite, bursite, artrite, doenças da coluna e artrose, diminui os riscos de doenças cardiovasculares, aumenta a força muscular, proporciona maior energia e disposição, aumenta o equilíbrio e a flexibilidade do corpo, melhora da autoestima, aumenta a sensação de bem estar, facilita a adaptação dos nossos hábitos.
Para todos aqueles que já passaram dos sessenta anos é recomendado manter pelo menos uma atividade física, a qual deve ser prazerosa e tranquila, além de uma dieta saudável e equilibrada e a ingestão de água.
É importante ressaltar que deve ser feito antes de iniciar e após qualquer tipo de atividade física o alongamento por completo. Já para aqueles que resolveram começar o ciclo de atividade física, deixando o sedentarismo de lado é importante escolher um horário que seja adequado e se exercite de três a cinco vezes por semana e no mínimo vinte minutos por dia. Qualquer tipo de atividade física deve ser iniciado de forma moderada e ir aumentando gradualmente, respeitando sempre os limites do seu corpo.
Os exercícios mais indicados para as pessoas da terceira idade são: caminhada, yoga, pilates, alongamentos, exercícios com peso, natação e hidroginástica. Mas, antes de iniciar qualquer tipo de atividade física é necessário que se faça uma visita ao seu médico, pois somente ele poderá lhe orientar quanto ao programa de atividades físicas mais adequadas para o seu caso, buscando sempre a prática de uma atividade física que esteja de acordo com as suas restrições e características.


(fonte: internet)

quarta-feira, 17 de outubro de 2012

Malhação: em casa x academia - Veja as vantagens e desvantagens de cada caso e faça a melhor escolha para o seu perfil


Por Nádia Tamanaha

Você está pronta para se dedicar à atividade física, mas ainda tem dúvidas sobre se deve investir na academia ou apostar na malhação em casa? As duas opções são eficientes, mas uma delas pode combinar melhor com a sua personalidade e garantir mais resultados. Por isso, antes de tomar a decisão, faça um balanço entre os prós e contras de cada maneira de se exercitar - o consultor de fitness Almeris Armiliato ajuda você a encontrar a melhor alternativa!




Os prós de malhar em casa

Comodidade: se o trânsito e a falta de tempo são as suas principais desculpas para faltar à academia, malhar na sua residência pode ser uma boa saída. "Economizar o tempo de deslocamento já resolve o problema", lembra Almeris.

Flexibilidade: quem nunca acabou perdendo uma aula de ginástica por causa de um compromisso de última hora? Se essa situação é frequente na sua agenda, vai ser difícil atingir seu objetivo. "Em casa, você pode mexer o corpo a qualquer momento", sugere o personal. 

Privacidade: já imaginou poder fazer aquele exercício de quatro apoios, superindiscreto, sem se preocupar se estão olhando para você? Essa liberdade é uma das vantagens de se exercitar no seu ambiente. "Além disso, você não precisa disputar equipamentos com ninguém, o que costuma ser uma batalha nas academias", explica Almeris. 

Os contras de malhar em casa 

Recurso limitado: por mais que você capriche na hora de equipar o seu cantinho da malhação, dificilmente ele chegará ao nível de uma academia de verdade. "Os equipamentos caseiros não têm tantos recursos tecnológicos, o que pode limitar o seu desempenho", fala Almeris. 

Pouca orientação: contar com o acompanhamento de profissionais é importante para preservar a saúde, mas eles também ajudam você a alcançar a sua meta mais rapidamente. "Os professores podem montar um programa de treinamento ajustado para as suas características", explica o personal. 
Desmotivação: se você não é muito determinada ou apaixonada pela malhação, vai sentir falta da cobrança dos professores. "Praticar atividades físicas regularmente exige muita disciplina e, sozinha, é preciso dobrar a dose", fala Almeris. 

Os prós de malhar na academia 

Motivação: as academias bem equipadas oferecem um vasto leque de modalidades, o que permite que você varie sempre o treino e experimente novas atividades. "Isso é bom porque evita que você enjoe e pare de treinar", fala Almeris. 

Vida social: você pode até achar besteira, mas ver gente diferente sempre faz bem. "Conhecer novas pessoas e interagir com elas também é fundamental para uma vida saudável", explica o personal. 

Cobrança saudável: antes de qualquer coisa, manter a malhação em dia precisa ser um compromisso que você assume com si mesma. No entanto, quando isso também se torna um pacto com outras pessoas, como os professores e os colegas da academia, o seu envolvimento tende a crescer.

Os contras de malhar na academia

Horário de pico: por causa da rotina corrida, a maioria das pessoas escolhe os mesmos horários para se exercitar (logo pela manhã ou após o expediente). Por isso, nesses períodos, as academias costumam ficar lotadas. 

Ambientação: se você faz o tipo reservada, pode ser que se incomode com a quantidade de pessoas na academia e também tenha dificuldades na hora de se acostumar com os equipamentos. Aí, desistir da malhação é apenas questão de tempo. 

Combinação perfeita: na hora de escolher a academia, a localização, o preço e as modalidades oferecidas são as principais preocupações. No entanto, encontrar um lugar que reúna tudo isso não é tão simples como parece e abrir mão de um dos requisitos pode contribuir para que você não fique tão fiel à malhação.

( site: boaforma.com.br )

terça-feira, 16 de outubro de 2012

Dicas Sobre Depilação Masculina


Músculos e abdome bem definidos escondidos por debaixo dos pelos… Pele sensível e várias bolinhas vermelhas ao barbear… Marca de natação prejudicada pelo atrito dos pelos na água. Não importa se por estética, indicação médica ou paixão pelo esporte, a depilação masculina vem ganhando adeptos no Brasil com o passar dos anos. Segundo especialistas, há cinco anos, de cada 100 pessoas interessadas em se depilar, só duas eram homens. Hoje, eles chegam a 20.

 Peito, costas, abdome, barba, orelhas e sobrancelhas são as regiões mais procuradas. Mas é possível depilar também as partes íntimas. Tirando problemas frequentes de pelos encravados, não existe outra precisão para os homens se depilarem. O pelo tem uma função importante de proteger o corpo de agentes externos e sua retirada pode facilitar a entrada de bactérias, por exemplo. A prática é por estética mesmo, higiene e comodidade em se livrar de uma vez por todas da lâmina no rosto e do desconforto de ter um casaco natural. Conheça as opções: 



Laser 
A depilação com uso do laser é feita em sessões curtas. Em cada uma, mais ou menos 20% dos pelos são eliminados completamente por estarem na fase anágena do crescimento. O restante volta a nascer em alguns meses. Indicado para qualquer área do corpo, trata-se do método mais eficiente e menos agressivo, principalmente para quem tem problema de pseudofoliculite (pequenas bolas vermelhas com pus). Nas regiões do rosto e do pescoço, onde os pelos são mais grossos, pode-se aplicar o laser somente nos locais em que haja o encravamento frequente da barba. 

Cera 
A cera quente é o segundo melhor método de se eliminar pelos. Isso porque o calor abre os poros e suaviza a agressão sofrida, amenizando o processo inflamatório. A depilação dura poucos minutos, porém, pode ser dolorida na área da barba devido à grossura dos pelos. A cera fria funciona como uma fita adesiva arrancando os pelos pouco a pouco e pode machucar a pele devido à fricção da cera. Com o uso de qualquer cera, o pelo demora de 15 a 20 dias para nascer. 

Lâmina de barbear 
O método mais tradicional e corriqueiro. O grave inconveniente da lâmina ao deslizar sobre qualquer parte do corpo é machucar a pele e ter um intervalo de crescimento curto, de dois a três dias. Para um barbear perfeito, passe o aparelho no sentido do pelo. Nunca escanhoar. Para aqueles com peles sensíveis, existem produtos específicos para amenizar as irritações. Quem tem foliculite, melhor esquecer a lâmina.

Creme depilatório 
Agentes químicos depositados sobre a pele corroem a base dos pelos. O fio fica solto e cai ao passar uma bucha. É prático e indolor, porém, reações alérgicas ao produto são constantes. Não é indicado para o rosto e áreas íntimas.


Fonte:Via Men'sHealth

segunda-feira, 15 de outubro de 2012

Ioga e bambolê: veja exercícios que melhoram sua vida sexual



Pole dance trabalha a força muscular em movimento sensuais
Foto: Getty Images

Não é segredo para ninguém que exercícios físicos são capazes de melhorar seu humor e favorecer a saúde em geral. Mas você sabia que algumas atividades podem turbinar sua vida sexual além de queimar algumas calorias. As informações são da revista Health.

Pole dance. As aulas de pole dance parecem ter surgido para ficar. Além de sensuais, o trabalho de força ajuda a tonificar o corpo e torna-lo ainda mais sexy. “Eu sempre recomendo essa aula para os meus pacientes”, diz Marianne Brandon, psicóloga americana especialista em relacionamentos.
Aulas de salsa. Além de queimar 200 calorias em meia hora, a dança é pra lá de sensual. Para tornar a prática ainda mais picante, use um vestido com saia rodada e saltos ousados. Se possível, vá às aulas com seu parceiro. A dança aumenta a sintonia entre as pessoas e isso pode fazer milagres por seu relacionamento e lógico, melhorar a vida sexual do casal.

Dança na cadeira. A dança sensual praticada na cadeira parece coisa de filme. Porém, a modalidade ainda pode ser considerada uma joia do fitness. Girar, sentar e dançar trabalha pernas, braços e bumbum. “Digo aos pacientes que nessas aulas eles podem aprender a ser ainda mais sensual e usar essas habilidades depois, com seu parceiro”, diz a especialista.

Dança do ventre. Ao som de uma música árabe animada fica fácil dançar. Os movimentos se concentram no quadril, tornando tudo muito mais sexy. Com a modalidade, você pode queimar até 350 calorias em uma hora. Para as não adeptas ao pole dance, a dança do ventre pode ser a melhor alternativa.
Ioga. Nos Estados Unidos, o ioga nu já ganhou aulas em grandes estúdios e academias. Os praticantes dizem que tirar as roupas torna a prática mais relaxante, e proporcionam o conhecimento do corpo. “Quanto mais você pensa em sexo, mais sexo você quer fazer. Por isso, essas modalidades que evocam a prática criam expectativas positivas e ajudam a criar sintonia com seu corpo”, defende Brandon.  Algumas posições do ioga abrem as coxas e fortalecem a musculatura do assoalho pélvico.

Zumba. A dança latina dá condicionamento físico e ajuda a eliminar as gordurinhas da silhueta. Aliado a isso, estão os movimentos sensuais da dança, que favorecem a elasticidade e deixam o corpo mais leve e completamente sexy.

Acrobacias no tecido. Popularizada por atletas de circo, a modalidade é completa. Alonga o corpo, trabalha a força muscular.

Bambolê. Este aparelho não foi feito somente para as crianças. Em um treino de 30 minutos, você pode perder 300 calorias. Os movimentos do quadril favorecem a imagem corporal e animam a vida sexual.  

( site: mulher.terra.com.br )