quinta-feira, 14 de junho de 2012

Dieta sem glúten


Muitas pessoas só se lembram desta substância quando vêem em restaurantes e supermercados os dizeres “Não contém glúten”. Mas pouca gente pára para pensar o que é essa substância e porquê muitas pessoas têm optado por uma dieta sem glúten. 

Formada quando a farinha é misturada à água, o glúten é uma substância elástica e pegajosa, que permite que os gases da fermentação sejam retidos, tornando os pães mais macios, por exemplo. Estão presentes em alimentos como bolos e biscoitos e até na cerveja e no uísque. O problema é que, quando chega no intestino, o glúten se transforma em uma “cola” que gruda nas paredes intestinais, podendo acarretar saturação do aparelho digestivo e outros problemas como dores articulares, alergias e aumento da gordura na região do abdômen. 





Além desses riscos, muitas pessoas possuem sensibilidade ao glúten, o que pode levar ao desenvolvimento desses sintomas e ainda provocar o acúmulo de peso. Identificado esse problema, a solução pode ser cortar a substância e investir em uma dieta sem glúten – o que pode ser ainda mais atraente por permitir perder alguns quilinhos.

A dieta sem glúten não deve ter como fim apenas o emagrecimento, mas é interessante reduzir as porções da substância na dieta diária. Além disso, vale lembrar que o emagrecimento só é possível se for associado a uma redução das calorias. É preciso ficar atento: para compensar a falta de glúten, muitos alimentos industrializados possuem mais gordura e açúcar e menos fibras. Então, nada de cortar o glúten sem orientação médica! Procure um nutrólogo ou nutricionista para se orientar melhor.

( Blog Dr. André Senna )

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