As consequências desse mal
A obesidade infantil é um dos problemas mais sérios enfrentados nos dias de hoje. Antigamente, falava-se muito que as crianças gordinhas eram consideradas mais saudáveis, não se tinha muita preocupação com o peso, nem com as consequências que a obesidade poderia acarretar à saúde da criança.
Mas hoje já se sabe que essas consequências podem causar muitos danos ao longo da vida.
São eles:
Diabetes
É preciso prestar atenção a alguns sintomas comuns que as crianças apresentam, como o aumento da sede, da diurese (vontade de fazer xixi) e do apetite, por exemplo. Essa doença aparece abruptamente, e é necessário que pais e familiares fiquem atentos ao consumo excessivo de balas, chocolates, chicletes e guloseimas em geral.
Hipertensão
Normalmente, a hipertensão é consequência de vários problemas - como a própria obesidade, sedentarismo, histórico familiar de hipertensão e má alimentação. Mas cuidado, mamãe e papai: normalmente, essa doença é assintomática.
Então, é preciso que fiquem atentos a alguns sinais discretos, como a insônia, o cansaço constante, dores de cabeça e hiperatividade.
Por isso, pais, se o seu filho tem três anos ou mais, peça ao seu pediatra que afira a pressão dos pequenos, caso estejam apresentando alguns desses sintomas.
Problemas ortopédicos
Como as crianças estão em fase de crescimento, seus ossos e cartilagens não suportam o excesso de peso, que acaba por ocasionar alterações posturais, limitando, muitas vezes, os seus movimentos, podendo resultar em dores musculares - principalmente em membros inferiores e na coluna vertebral.
Entre outras consequências não menos importantes estão: baixa autoestima, problemas respiratórios, como a asma, e apneia do sono.
Analisando todos esses fatores, que tal os papais e as mamães cuidarem da alimentação de suas crianças?
A boa alimentação começa antes mesmo de eles nascerem, mas nunca é tarde para se preocupar e colocar em prática hábitos saudáveis!
Fiquem atentos aos sinais! Assim, poderão evitar problemas mais sérios posteriormente.
Por: Dra. Débora Soria CRN 3/28674

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